Razöes do Näo

No próximo referendo sobre o aborto votaremos Näo. Aqui se tenta explicar porquê.

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Efeitos perversos

Há quem afirme que nenhuma mulher aborta por motivos fúteis. Não será ingenuidade?

Cito do blog elasticidade:


O fim da história do aborto

- Fui à médica de clínica geral. Ainda não conhecia esta, era nova. Tinha problemas no trabalho, o meu patrão era chato, e tinha uma dor de cabeça muito forte. Fui lá pedir uma baixa. Ela não me queria dar e às tantas comecei a chorar. Na altura estava grávida de um mês. Então ela pegou nuns cartões que tinha lá, e começou a perguntar-me se me sentia feliz com a gravidez. Se não precisava de a re-ponderar. Se não a queria re-ponderar. Se achava que ia conseguir ter uma ligação afectiva forte com a minha filha.

Uma grávida em fase final contou-me isto. Em Londres. Onde se começa a falar em reduzir o limite legal das 24 semamas para se poder abortar. Porque já nasceram crianças com 20 semanas e depois é chato. Claro que isto são em outros países. O aborto em Portugal vai ser feito à séria, no sistema nacional de saúde, e com imensa prevenção. Porque somos todos contra o aborto. Não é para depois andarem a aliciar as grávidas com propostas. Por causa das dores de cabeça. Isso é em países pobres, sem bons médicos. Cá (aí) é só a pedido dela, da mãe. Acreditem, virá na lei. Pelo menos vem no papelinho que vamos assinar. Não é?

16 Comments:

Anonymous Anónimo said...

o pior de tudo, é qdo os patrões começarem a pressionar as empregadas, para abortarem... ai quero ver os bloquistas e esquerdistas a piarem fininho.

5:37 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Eu como cidadão deste país quero que o estado encontre soluções ou crie soluções para que não se façam abortos, O estado deveria criar condições para apoiar as mães e os FILHOS, incluir na sociedade mães e FILHOS, não oferecer-lhes como única solução aos problemas o ABORTO. (mata-se os pobrezinhos…. Em vez de acabar com a pobreza?).
Com a nova lei vamos ajudar as mães/mulheres?
Na minha opinião NÃO porque as mães vão ter como única saída (aos seus problemas) e ainda por cima legal o aborto, logo é mais fácil ceder a pressões…
se um patrão pressionar uma empregada a despedir-se por estar grávida é crime, no entanto os patrões se o sim ganhar vão poder na mesma pressionar as mulheres, ou abortam (até é legal) ou vão para a rua, se as grávidas denunciar o patrão, ele defende-se de uma maneira simples “eu só dei um conselho, com esta crise arranjar emprego”… acham que os patrões depois vão ser julgados?

Se analisarmos a pergunta que vai a referendo vem lá a palavra GRAVIDEZ, esta palavra pressupõe uma mãe e um FILHO, e despenalização é a perspectiva da mãe…a do FILHO é terminar, morrer…depois vem “a pedido” estas duas palavras que pressupõem que qualquer motivo serve para se fazer abortos (ou seja aborto livre)….mas nas primeiras 10 semanas, 10 semanas são 2 meses e meio, e a partir daí…. Está-se a discriminar quem faz abortos a partir das 10 semanas, e estes são clandestinos, algum apoiante do sim está disposto a denunciar estes casos?

7:28 da tarde  
Blogger Zeca said...

O k tb é xato, é vivermos num país em que o NÃO já ganhou à uns anitos atrás e tudo continou na mesma, muitos governos depois tudo continua na mesma, com mulheres a abortar clandestinamente ou mesmo na própria casa com objectos estranhos, ou a atirar-se de umas escadas. E a aparecerem nas urgências depois para o tratamento de um aborto perigoso e potencialmente fatal.

É xato vivermos num país que defende a defesa da vida, mas desvaloriza a vida de uma vida de uma criança deficiente ou fruto de uma violação. ISSO SIM, é xato e ja n te direitos.

Vivemos sempre no NÂO, na penalização das mulheres por abortarem, sem qualquer tipo de penalização ou tentativa de, aos homens que participaram.

Não sei pk a campanha do não gira tanto em torno da vida, e do "feto" e etc, quando a única coisa que mudaria era a penalização sobre as mulheres.

Mas é xato. É xato as mulheres term que serem que passar por um processo penal por abortarem. Xegarem a ficar em prisão preventiva, e claro está com um ABORTO no cadastro. É xato, mas é o k deve ser, tudo em nome de um pais de bons costumes, onde mais vale defender a integridade e por tras acontecer a desgraça que se vê.

É xato realmente

2:05 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

É inacreditável os argumentos do "sim" em relação ao referendo.
oiça-se por exemplo o que diz a srª. presidente da associação "abraço": "há muitas mães que se não fizerem o aborto ficam com mais uma boca para dar de comer"(...)há mães que pensam se os devem pôr cá fora oou não" (..) o pais devia gostar mais das crianças das pessoas e haver mais interajuda (...) por isso voto Sim".
aos pouco os partidários dlo Sim vão-se revelando...infelizmente, tudo isto com o aval do Primeiro Ministro e seus ajudantes...

se achar por bem isto devia ser publicitado...pode ouvir-se em : http://expresso.clix.pt/Multimedia/Interior.aspx?content_id=376849

3:45 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Os apoiantes do Sim desde 98 o que fizeram?

Kerem despenalizar só ixo...

procuraram saber as razões q levam as mulheres a abortar?

Ajudaram alguma mulher?

Criaram instituições que dêm alternativas ás mulheres?

Deram outras alternativas ás mulheres, para não cometeram abortos clandestinos?

O Não criou instituições sde apoio á mulher

3:47 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

um reparo...

O Não criou instituições de apoio á mulher/mãe e aos seus FILHOS, que iria ser abortados

Sendo a unica ajuda dos apoiantes do SIM, o aborto livre e despenalizado

3:51 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Tenho três filhos, um rapaz de 17 anos, um rapaz de 10 e uma menina de 5 anos.
Os meus 2 primeiros filhos nasceram de forma ultra planeada, uma vez que a minha esposa tinha dificuldade para engravidar e, teve de fazer tratamento em ambos os casos.
A minha filha foi concebida, sem a minha mulher recorrer a tratamento, de forma um pouco inesperada, embora não possa dizer que tenha sido uma surpresa.
Embora a minha filha tivesse nascido, quando a minha esposa já estava a completar 42 anos, sendo por isso uma gravidez de muito risco, o aborto nunca foi opção, apesar de a primeira pergunta que o ginecologista fez, foi, se a gravidez era para seguir por diante. Está claro, que não nos arrependemos e hoje a minha filha é a alegria desta casa, com todas as suas diabruras e redescoberta do mundo pelos seus olhos.
O aborto para mim é algo de verdadeiramente terrível, por isso, compreendo que as mulheres que abortam, apenas o fazem devido a circunstâncias que não lhes deixam alternativas. Não acredito que alguma mulher aborte «porque sim».
O sofrimento que as mulheres enfrentam perante a decisão de um aborto, deve ser algo que um homem não pode sequer compreender. Castigar com uma pena de prisão, ou outra, uma pobre mulher que já sofreu tanto, não me parece correcto, essa mulher deve sim ter o apoio médico e psicológico que necessita, para que não volte a ser colocada perante a mesma decisão de abortar. Disse pobre mulher, porque, apenas as mulheres pobres serão eventualmente punidas, aquelas que disponham de 500 euros, deslocam-se a Badajoz, as mais afortunadas vão ás compras a Londres.
Ainda não sei se vou votar ou se voto em branco ou nulo, mas, de certeza que não voto não.

8:52 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

O último Anónimo tem toda a razão...

Mas vamos pensar...

Nós como cidadão deste país queremos que o estado encontre soluções ou crie soluções para que não se façam abortos, O estado deveria criar condições para apoiar as mães e os FILHOS, incluir na sociedade mães e FILHOS, não oferecer-lhes como única solução aos seus problemas o ABORTO.
Mata-se os pobrezinhos…. Em vez de acabar com a pobreza?
Será que um drama (da mulher/mãe) se resolve com uma tragédia (morte do filho)?
Com a nova lei vamos ajudar as mães/mulheres?
Na minha opinião NÃO porque as mães vão ter como única saída (aos seus problemas) e ainda por cima legal o aborto, logo é mais fácil ceder a pressões...

Será que os portugueses sabem que, por exemplo, dar uma bofetada é crime, que insultar alguém é crime ou que fotocopiar integralmente um livro é igualmente um crime com pena de prisão até 3 anos? Como é que aniquilar vida humana intra-uterina, apenas “por opção da mulher”, pode deixar de ser crime?
Uma Mãe que rouba para alimentar um filho deve ir presa? Vamos despenalizar o roubo…?
Será que os portugueses estão conscientes de que irão pagar com os seus impostos os abortos praticados com base na mera “opção da mulher”? Será que os portugueses aceitam que o Serviço Nacional de Saúde possa vir a pagar a clínicas privadas (as espanholas estão preparadas para abrir em Lisboa com o aval do Ministério da Saúde) entre 829 e 1074 euros por aborto (portaria 567, de 12-06- 2006)? Será que os portugueses estão dispostos a aceitar que o mesmo Ministério que contratualiza abortos com clínicas espanholas feche maternidades por todo o país e obrigue mães portuguesas a deslocarem-se a Espanha para dar à luz?
Será que os portugueses estão dispostos a pagar um acto contranatura, como é o aborto a pedido, quando têm de, esperar largos meses, e até anos, por actos médicos curativos, como intervenções cirúrgicas da mais variada índole, tão ansiadas por tanta gente abandonada a um sofrimento que tolhe toda a qualidade de vida?

11:39 da tarde  
Blogger Margarida said...

É preciso saber que a “Carta à minha Mãe” que andou a ser distribuído nos infantários do Centro Paroquial da Anunciada em Setúbal é um atentado à inteligência e tem país pois é da responsabilidade da Associação dos Médicos Católicos Portugueses, da Associação Católica dos Enfermeiros e Profissionais de Saúde, dos Centros de Preparação para o Património – CPM Portugal e das Equipas de Nossa Senhora, conforme se lê no folheto.

E entretanto sabe-se que estas organizações católicas são coordenadas ao mais alto nível pelo patriarcado, conforme está seu próprio site:

http://www.patriarcado-lisboa.pt/vidacatolica/vcnum20/3_13_DocVigGer_distrib_trab_%20Bispos_e_Vig_gerais.doc

Vê-se que é o próprio Cardeal Patriarca que coordena as Associações dos Médicos e dos Enfermeiros e que é o D. Tomaz da Silva Nunes que tem a responsabilidade dos Centros de Preparação para o Matrimónio e das Equipas de Nª Senhora.

E lembro que pertence à Associação dos Médicos o tal dr. João Paulo Malva e aos Cursos de Nª Srª o Fernando Santos, duas das estrelas da Plataforma do Não, e aí companheiros entre muitos outros do Alexandre Relvas, António Bagão Félix; António Gentil Martins; António Lobo Xavier; Luis Nobre Guedes; Maria José Nogueira Pinto;
Nuno Morais Sarmento; Nuno Rogeiro; Teresa Venda; e da Zita Seabra!

12:51 da manhã  
Blogger KNOPPIX said...

Dia 11 de Fevereiro, irei votar "NÃO", à pergunta que vai ser formulada aos Portugueses, feita com o recurso a uma linguagem dúbia, confusa e que permite que as pessoas menos informadas nem sequer saibam aquilo a que estão a responder.
Fixar as 10 semanas de gestação, como a barreira para a admissibilidade nua e crua do Aborto, em Portugal, a pedido da mulher, só pode merecer o meu repúdio, por partir da premissa que, por qualquer motivo ou sem ele, o Aborto passe a ser uma rotina ou algo "normal", no dia-a-dia dos Hospitais Portugueses, que se debatem com Listas de Espera extensas, falta de meios humanos e técnicos e terão de arranjar "espaço e tempo" para destruirem vidas inocentes, a pedido...
Eu defendo o "NÃO", porque a VIDA é um valor que não tem preço e tem de ser defendido, não se pode filosoficamente dizer que a VIDA só existe a partir do momento "x" ou "y"; a VIDA é um processo que se inicia com a fecundação do óvulo e que só termina com a morte do ser vivo.
A VIDA não pode friamente ser compartimentada, considerando-se que a mesma só mereça a tutela jurídica a partir de determinado momento (pretendem que esse momento passe a ser as 10 semanas de gestação).
Os defensores do SIM argumentam que a pergunta do Referendo parte das 10 semanas de gestação, porque "estudos" apontam que a maior parte dos Abortos (cerca de 70%) ocorrem até essa altura e se o Aborto for liberalizado até esse período temporal, combate-se o aborto clandestino e dá-se a oportunidade de a mulher não correr riscos com a sua saúde, fazendo a I.V.G. num estabelecimento de saúde, com todas as condições...
Este argumento é errado e tremendamente egoista, uma vez que só abarca um dos lados da questão e não defende a vida intra-uterina, como vida autónoma do corpo da mulher bem como não resolve o problema do aborto, atacando a sua génese, as suas causas.
Despenalizar o Aborto até às 10 semanas, é adiar o problema, porque não o resolverá, pelo contrário, nos países onde o mesmo foi liberalizado, o Aborto aumentou exponencialmente.
Se a despenalização é a solução, qualquer dia também teremos um Referendo para despenalizar o consumo das drogas, argumentando que assim se resolve o problema do tráfico...
O Aborto representa o fim provocado da vida de um feto, tão simples como isso.
O que vai estar em causa neste Referendo, não é uma "interrupção voluntária da gravidez" mas sim o "termo voluntário da gravidez a pedido da mulher".
A mulher não está a dispor do seu próprio corpo, porque o feto não é uma mera extensão do corpo da mulher, a mulher quando decide abortar, não está a dispor do seu corpo, mas do corpo de um outro ser vivo; isso ninguém pode refutar, porque é um facto indesmentível.
Outra falsa questão, muito esgrimida pelos defensores do SIM, é que a descriminalização do Aborto é a forma de evitar que as mulheres continuem a ir para a prisão, sujeitas ao vexame de um julgamento e à exposição pública da sua vida.
Este argumento do SIM é falacioso, uma vez que se o aborto se realizar a partir das 10 semanas, continuará a constituir um crime e como tal, nada se altera nesse sentido, com este Referendo.
Também gostaria que os defensores do SIM me dissessem quantas mulheres estão ou estiveram na prisão, por terem feito um Aborto...
Eles esquecem-se que a culpa é um factor determinante na atribuição da pena e que existem causas que excluem a ilicitude do acto... Se calhar não convém dizer à Opinião Pública que nas prisões portuguesas não se encontra nenhuma mulher por ter cometido um Aborto até às 10 semanas de gestação...
Isso não impede que o Aborto seja um acto ilícito, porque rouba a vida a um ser vivo, sendo por isso em si mesmo condenável e merecendo a reprovação da generalidade das pessoas.; a sua eventual despenalização, caso o SIM saia vencedor, tendencialmente tornará o Aborto um acto "normal", perderá a sua carga negativa e com isso o efeito dissuasor que obsta à sua prática.
Também constitui um facto indesmentível que a liberalização do aborto provocou o seu aumento brutal, nos países em que o mesmo teve lugar: as estatísticas demonstram isso mesmo, basta ver, por exemplo, o que sucede na vizinha Espanha, na Inglaterra ou nos Estados Unidos da América...
Portugal é um país que tem assistido a quebras sucessivas na taxa de natalidade nos últimos 30 anos e não estou a ver o nosso país, caso o SIM seja vencedor e a quebra nos nascimentos continue a aumentar, a seguir o exemplo da Alemanha, que tenta combater a baixa natalidade oferecendo 25.000 euros por cada filho que os casais decidam ter)...
Estima-se que ano passado, tenham sido feitos mais de 16.000 abortos em Portugal... 16.000 vidas humanas a quem não foi dada uma oportunidade, um futuro...
As pessoas mobilizam-se e ficam chocadas, quando nos noticiários passam notícias de maus tratos a menores... Mas esquecem-se da brutalidade que preside a cada Aborto que se faz em Portugal, se calhar porque são vítimas sem rosto, sem nome, sem memórias...
Regra geral, no Aborto existem sempre duas vítimas... Uma que sobrevive e outra que morre...
Desde 1998, o Aborto Clandestino matou 4 mulheres em Portugal: é dramático isso ter acontecido, mas mais dramático é saber que nesse mesmo período temporal, estima-se terem morrido em Portugal entre 12.000 a 16.000 fetos, por ano... Façam as contas...
Caso o SIM vença, o Aborto poderá ser feito a pedido da mulher, até às 10 semanas de gestação; será que queremos tornar os nossos hospitais em matadouros de fetos, em que se façam Abortos em série, como um normal acto médico?
Este cenário já mereceu o repúdio de muitos médicos, que afirmaram que caso o SIM vença, pura e simplesmente se recusarão a praticar Abortos, excepto nos casos excepcionais previstos pelo seu Código Deontológico, alegando razões éticas.
Liberalizar o Aborto não é resolver o seu problema. Esse é o caminho mais fácil e o que menos trabalho custa a fazer.
A luta contra o Aborto Clandestino é uma questão de Saúde Pública, liberalizar o Aborto é demitir o Estado das suas responsabilidades nesse campo, porque não combate as causas do Aborto: mais e melhor educação sexual, maior informação e acesso a métodos de contracepção, existência de gabinetes de planeamento familiar em todos os Centros de Saúde com pessoas devidamente formadas nessa área, apoio à Maternidade e à Infância, menor burocracia nos processos de Adopção, seriam alguns dos aspectos a merecer atenção no combate e repressão do Aborto.
Dia 11 de Fevereiro, podemos dar o primeiro passo nesse caminho, ao defendermos a vida intra-uterina, podemos fazer de Portugal um país pioneiro na defesa das suas Mães e das suas Crianças...
Simplesmente basta dizer NÃO ao Aborto...

1:45 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Margarida desculpe-me a sinceridade, mas o argumento que usou é um argumento válido para ajudar a esclarecer?

Como sabe existem pessoas não católicas que apoiam o Não….e como também sabe muitas das instituições de apoio ás mulheres e aos seus FILHOS, foram criadas pela igreja Católica.

Que apoio dão os do sim ás mulheres para alem do aborto?
Não é da maneira mais facil que se resolvem os problemas.

Mas digo-lhe estes são os melhores motivos para votar sim…

1. “O aborto ilegal é um negócio que produz dinheiro sujo, que não é tributado”
Maria José Morgado (TSF - 17 de Janeiro 2007), se fosse tributado já era bom.

2. “Um ovo não é igual a um pinto, um ovo não tem os mesmos direitos do que um frango”
José António Pinto Ribeiro (21 de Janeiro 2007)

3. “Apelo a uma campanha baseada em argumentos de ciência e racionais e não em argumentos de moral e de ética” Vitalino Canas (TSF - 12 de Janeiro de 2002)

4. “Slogan de campanha de um dos movimentos pelo Sim”
Campanha do Sim, As mulheres decidem. A Sociedade respeita. O Estado garante e o contribuinte PAGA.

5. “Confesso: não estou nada optimista quanto ao referendo sobre a IVG. Não acredito neste povo inculto, analfabeto e hipócrita. Não confio nos portugueses; acho-os demissionistas, conformados, pior, mesquinhos e ignorantes”. André Carapinha, apoiante do sim, sobre o que pode correr mal.

6. “(…) nunca lhe ocorreu que às vezes há quem vá para a cama com os copos?”
António Figueira, em resposta a Vasco Pulido de Valente, sobre gravidez acidental
E dizem que não vão usar o aborto como método contraceptivo…

7. oiça-se por exemplo o que diz a srª. presidente da associação "abraço": "há muitas mães que se não fizerem o aborto ficam com mais uma boca para dar de comer"(...)há mães que pensam se os devem pôr cá fora ou não" (..) o pais devia gostar mais das crianças das pessoas e haver mais interajuda (...) por isso voto Sim".
aos pouco os partidários do Sim vão-se revelando...infelizmente, tudo isto com o aval do Primeiro Ministro e seus ajudantes...

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2:40 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

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10:37 da manhã  
Blogger Luis Gaspar said...

Ehehe. Genial. Há mais comentários aqui que no meu próprio blog.

2:05 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Caro anónimo das 8:52,

Uma questão muito simples: Porque fala nas mulheres que vão abortar a Badajoz e não fala nas mulheres que vão dar à luz em Badajoz?
Afinal de contas o parto também tem alguns riscos, e as maternidades estão a fechar em massa!!!
Como dizia o Sr. Bagão Felix, exportamos nascimentos e importamos abortos.

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Anonymous Anónimo said...

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Anonymous Anónimo said...

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